1. Clube da Luta - Chuck Palluhnick ( apenas após o desastre nós podemos ser ressuscitados. É apenas após você perder todas as coisas que você é livre para fazer qualquer coisa. Nada é estático, tudo está em evolução, tudo está caindo em pedaços)
2. O estrangeiro - Albert Camus (Também eu me senti pronto a reviver tudo. Como se esta grande cólera me tivesse purificado do mal, esvaziado de esperança, diante desta noite carregada de sinais de estrelas, eu me abria pela primeira vez à terna indiferença do mundo. Por senti-lo tão parecido comigo, tão fraternal, enfim, senti que tinha sido feliz e que ainda o era. Para que tudo se consumasse, para que me sentisse menos só, faltava-me desejar que houvesse muitos espectadores no dia da minha execução e que me recebessem com gritos de ódio.)
3. Crime e Castigo - Dostóievski (os homens são divididos em ordinários e extraordinários. Os primeiros devem viver na obediência e não têm o direito de desrespeitar a lei, porque são ordinários; os segundos têm o direito de praticar todos os crimes e de violar todas as leis, pela simples razão de que são criaturas extraordinárias.)
4. Notas do Subsolo - Dostóievski (A vida toda algo me arrastava a fazer esses trejeitos, a tal ponto que acabei perdendo poder sobre mim mesmo. De outra feita quis por força apaixonar-me; isto me aconteceu duas vezes. E realmente sofri, meus senhores, assseguro-vos. No fundo da alma, não acreditamos estar sofrendo, há uma zombaria que desponta, mas, assim mesmo, sofria de verdade; tinha ciúmes, ficava fora de mim… E tudo isso por enfado, senhores, unicamente por enfado; a inércia me esmagara.)
5. Ecce Hommo - nietzsche ( Pois continuamos necessariamente estranhos a nós mesmos, não nos compreendemos, temos que nos mal-entender, a nós se aplicará para sempre a frase: 'cada qual é o mais distante de si mesmo' - para nós mesmos somos 'homens do desconhecimento)
6. O Homem revoltado - Albert Camus (Quando os dandis não se matam uns aos outros ou ficam loucos, fazem carreira e posam para a posteridade. Mesmo quando gritam que vão calar-se, seu silêncio é estrondoso.)
7. À insustentável leveza do ser - Milan Kundera (“Porque a vida humana também é assim que é composta. É composta como uma partitura musical. O ser humano, guiado pelo sentido da beleza, transpõe o acontecimento fortuito (uma música de Beethoven, uma morte numa estação) e faz dele um tema que, em seguida, inscreverá na partitura da sua vida. Como o compositor faz com os temas de uma sonata, está sempre a voltar a ele, a repeti-lo, a modificá-lo, a desenvolvê-lo, a transpô-lo. (...). Mesmo nos momentos da mais profunda desordem, é segundo as leis da beleza que, secretamente, o homem vai compondo a sua vida.)
8. Coisas frágeis - Neil Gaiman (ela parecia tão fria, tão focada, tão quieta e, ainda assim, seus olhos permaneciam fixos no horizonte. Você pensa que sabe tudo o que há para saber sobre ela imediatamente, mas tudo o que você pensa que sabe está errado. Paixão flui através dela como um rio de sangue. Então, por um momento, ela desvia o olhar e perde sua máscara e você cai. Todos os teus amanhãs começam aqui.)
9. Don quixote - Miguel de Cervantes (tudo o que sei é que enquanto durmo, eu não sinto medo, não tenho esperanças, conflitos ou glórias. (...) há apenas uma coisa ruim sobre o sono, ao menos que eu tenha ouvido, é que este relembra a morte, havendo pouca diferença entre um homem adormecido é um cadáver)
10. As Crônicas do Rei Arthur - Bernard Cornwell (“Only a fool wants war, but once a war starts then it cannot be fought half-heartedly. It cannot even be fought with regret, but must be waged with a savage joy in defeating the enemy, and it is that savage joy that inspires our bards to write their greatest songs about love and War")
2. O estrangeiro - Albert Camus (Também eu me senti pronto a reviver tudo. Como se esta grande cólera me tivesse purificado do mal, esvaziado de esperança, diante desta noite carregada de sinais de estrelas, eu me abria pela primeira vez à terna indiferença do mundo. Por senti-lo tão parecido comigo, tão fraternal, enfim, senti que tinha sido feliz e que ainda o era. Para que tudo se consumasse, para que me sentisse menos só, faltava-me desejar que houvesse muitos espectadores no dia da minha execução e que me recebessem com gritos de ódio.)
3. Crime e Castigo - Dostóievski (os homens são divididos em ordinários e extraordinários. Os primeiros devem viver na obediência e não têm o direito de desrespeitar a lei, porque são ordinários; os segundos têm o direito de praticar todos os crimes e de violar todas as leis, pela simples razão de que são criaturas extraordinárias.)
4. Notas do Subsolo - Dostóievski (A vida toda algo me arrastava a fazer esses trejeitos, a tal ponto que acabei perdendo poder sobre mim mesmo. De outra feita quis por força apaixonar-me; isto me aconteceu duas vezes. E realmente sofri, meus senhores, assseguro-vos. No fundo da alma, não acreditamos estar sofrendo, há uma zombaria que desponta, mas, assim mesmo, sofria de verdade; tinha ciúmes, ficava fora de mim… E tudo isso por enfado, senhores, unicamente por enfado; a inércia me esmagara.)
5. Ecce Hommo - nietzsche ( Pois continuamos necessariamente estranhos a nós mesmos, não nos compreendemos, temos que nos mal-entender, a nós se aplicará para sempre a frase: 'cada qual é o mais distante de si mesmo' - para nós mesmos somos 'homens do desconhecimento)
6. O Homem revoltado - Albert Camus (Quando os dandis não se matam uns aos outros ou ficam loucos, fazem carreira e posam para a posteridade. Mesmo quando gritam que vão calar-se, seu silêncio é estrondoso.)
7. À insustentável leveza do ser - Milan Kundera (“Porque a vida humana também é assim que é composta. É composta como uma partitura musical. O ser humano, guiado pelo sentido da beleza, transpõe o acontecimento fortuito (uma música de Beethoven, uma morte numa estação) e faz dele um tema que, em seguida, inscreverá na partitura da sua vida. Como o compositor faz com os temas de uma sonata, está sempre a voltar a ele, a repeti-lo, a modificá-lo, a desenvolvê-lo, a transpô-lo. (...). Mesmo nos momentos da mais profunda desordem, é segundo as leis da beleza que, secretamente, o homem vai compondo a sua vida.)
8. Coisas frágeis - Neil Gaiman (ela parecia tão fria, tão focada, tão quieta e, ainda assim, seus olhos permaneciam fixos no horizonte. Você pensa que sabe tudo o que há para saber sobre ela imediatamente, mas tudo o que você pensa que sabe está errado. Paixão flui através dela como um rio de sangue. Então, por um momento, ela desvia o olhar e perde sua máscara e você cai. Todos os teus amanhãs começam aqui.)
9. Don quixote - Miguel de Cervantes (tudo o que sei é que enquanto durmo, eu não sinto medo, não tenho esperanças, conflitos ou glórias. (...) há apenas uma coisa ruim sobre o sono, ao menos que eu tenha ouvido, é que este relembra a morte, havendo pouca diferença entre um homem adormecido é um cadáver)
10. As Crônicas do Rei Arthur - Bernard Cornwell (“Only a fool wants war, but once a war starts then it cannot be fought half-heartedly. It cannot even be fought with regret, but must be waged with a savage joy in defeating the enemy, and it is that savage joy that inspires our bards to write their greatest songs about love and War")


