Não sou eu que vai abraçar orelhões quando as fichas acabarem
Não sou eu que vai pedir para o tatuador apagar as iniciais do teu nome
Não sou eu que vai recair
Não sou eu que vai entupir o nariz de pó na tentativa de tapar o buraco da saudade
Não sou eu que vai chorar no canto mais escuro do bar escutando Belchior
Não sou eu que vai ligar para um amigo falando que o peito está pesando demais
Não sou eu que vai amarrar a corda no pescoço
A poesia já me defendeu do desespero que é viver longe do teu amor.
Não sou eu que vai pedir para o tatuador apagar as iniciais do teu nome
Não sou eu que vai recair
Não sou eu que vai entupir o nariz de pó na tentativa de tapar o buraco da saudade
Não sou eu que vai chorar no canto mais escuro do bar escutando Belchior
Não sou eu que vai ligar para um amigo falando que o peito está pesando demais
Não sou eu que vai amarrar a corda no pescoço
A poesia já me defendeu do desespero que é viver longe do teu amor.










