sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Sylvia Plath, no livro A redoma de vidro

“Imagino que eu deveria estar entusiasmada como a maioria das outras garotas, mas eu não conseguia me comover com nada. Me sentia muito calma e muito vazia, do jeito que um olho de um tornado deve se sentir, movendo-se pacatamente em meio ao turbilhão que o rodeia.”

“Se tem uma coisa que eu desprezo é homem vestido de azul. Preto ou cinza tudo bem, marrom até vai. Azul me dá vontade de cair na gargalhada.”                             


“Comecei a pensar que talvez vodca fosse meu tipo de bebida. Não tinha gosto de nada, mas descia para meu estomago como a espada de um engolidor, fazendo com que me sentisse poderosa feito uma deusa.”


Sylvia Plath, no livro A redoma de vidro

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