“Imagino que eu deveria estar entusiasmada como a maioria
das outras garotas, mas eu não conseguia me comover com nada. Me sentia muito
calma e muito vazia, do jeito que um olho de um tornado deve se sentir,
movendo-se pacatamente em meio ao turbilhão que o rodeia.”
“Se tem uma coisa que eu desprezo é homem vestido de azul.
Preto ou cinza tudo bem, marrom até vai. Azul me dá vontade de cair na
gargalhada.”
“Comecei a pensar que talvez vodca fosse meu tipo de bebida.
Não tinha gosto de nada, mas descia para meu estomago como a espada de um
engolidor, fazendo com que me sentisse poderosa feito uma deusa.”
Sylvia Plath, no livro A redoma de vidro
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